
Quando começaram a vender-se combustíveis nos hipermercados, toda a gente tinha ouvido dizer que estes combustíveis seriam de fraca qualidade, e que a longo prazo, iriam danificar os motores dos carros.
Pelo sim, pelo não, lá iam as pessoas abastecendo nos postos de marcas conhecidas. Aquando do aumento do preço do petróleo, o preço era imediatamente reflectido no consumidor. Com os preços exorbitantes praticados, e diferenças entre os postos de abastecimento tradicionais e hipermercados ainda maiores, lá se foram as pessoas esquecendo da “falta de qualidade”. Como os hipermercados ganharam uma cota muito importante do mercado Português de combustíveis, a GALP começa a ver a vidinha a andar para trás. A solução, foi através da publicidade, tentar ressuscitar o mito de que os combustíveis dos hipermercados são de inferior qualidade, para legitimar os preços que são praticados. Quem tenha trabalhado em produção ou controlo da qualidade, sabe perfeitamente que existe um limite mínimo de qualidade, e que quanto mais próximo desse limite se produzir, nunca passando para baixo desse limite, mais se lucra! Alguém acredita que uma empresa como a GALP “oferece” qualidade suplementar? A qualidade suplementar paga-se quando se compram os “Gforce”, e produtos similares nas outras marcas. Como a autoridade da concorrência não convence ninguém, têm de ser os consumidores a fomentar uma concorrência saudável. Como o problema da qualidade é um falso problema, o mais amigo, é aquele que vende mais barato!
Pelo sim, pelo não, lá iam as pessoas abastecendo nos postos de marcas conhecidas. Aquando do aumento do preço do petróleo, o preço era imediatamente reflectido no consumidor. Com os preços exorbitantes praticados, e diferenças entre os postos de abastecimento tradicionais e hipermercados ainda maiores, lá se foram as pessoas esquecendo da “falta de qualidade”. Como os hipermercados ganharam uma cota muito importante do mercado Português de combustíveis, a GALP começa a ver a vidinha a andar para trás. A solução, foi através da publicidade, tentar ressuscitar o mito de que os combustíveis dos hipermercados são de inferior qualidade, para legitimar os preços que são praticados. Quem tenha trabalhado em produção ou controlo da qualidade, sabe perfeitamente que existe um limite mínimo de qualidade, e que quanto mais próximo desse limite se produzir, nunca passando para baixo desse limite, mais se lucra! Alguém acredita que uma empresa como a GALP “oferece” qualidade suplementar? A qualidade suplementar paga-se quando se compram os “Gforce”, e produtos similares nas outras marcas. Como a autoridade da concorrência não convence ninguém, têm de ser os consumidores a fomentar uma concorrência saudável. Como o problema da qualidade é um falso problema, o mais amigo, é aquele que vende mais barato!
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